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Anízio consegue fazer uma poesia descomplicada, abordando temas sérios, de maneira profunda; dando conta do mundo com suas inúmeras referências (...) são poemas que tratam, por exemplo, de política, sociedade, religião, religiosidade, violência, violência policial, amor, machismo, racismo, desigualdade, compaixão.

Adriane Garcia
O Projeto Escrevo ao vivo transposto para o formato livro, reuniu textos produzidos de 2005 a 2015. Mais do que simplesmente reeditar a ancestral relação entre literatura e imprensa, o projeto e seus resultados, apontam para um dos exercícios de jogo estético da escrita de Anízio Vianna (...) outros nomes da tradição literária negra e/ou afro-brasileira, como Machado de Assis, Paula Brito, Lima Barreto também atuaram e/ou utilizaram o jornal, a notícia como matéria bruta para o exercício de suas construções literárias e, ainda, como fonte de temas para o debate intelectual constante e exercício crítico sobre o mundo à sua volta.

Adélcio de Souza Cruz
(..) criado por Anízio em 2005, quando as principais redes sociais, hoje já incorporadas ao nosso cotidiano, davam os seus primeiros passos. Este livro é o resultado dessa iniciativa, na qual o poeta impôs-se o desafio de produzir um poema a cada semana, sempre motivado por um fato de destaque ligado a questões humanas e sociais. O resultado desse movimento {do fato observado pelo poeta, extraído de sua cena primária, até desembocar no poema} é o que Anízio chama flerte ético-estético e permanente com as mais variadas formas de exclusão — social, racial (...) o estímulo do fato gerando a faísca da poesia. É, portanto, um poeta que não se intimidaria a repetir, como Balzac: “eu faço parte da oposição chamada vida”.

Fabrício Marques

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